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	<title>Agro Infinity</title>
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	<description>Somos uma empresa líder na transformação da agricultura por meio do fornecimento de insumos de alta qualidade.</description>
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	<title>Agro Infinity</title>
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		<title>Colheita do milho safrinha avança no Paraná, mas umidade dos grãos exige atenção redobrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:29:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colheita do milho safrinha avança no Paraná, mas as chuvas, o clima frio e a elevada umidade dos grãos exigem atenção redobrada. Planejamento, regulagem das máquinas, secagem adequada e cuidados no armazenamento são fundamentais para reduzir perdas, preservar a qualidade e garantir maior rentabilidade ao produtor.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A colheita já começou, mas os desafios continuam</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A colheita do milho safrinha 2026 já está em andamento em diversas regiões do Paraná e segue como um dos momentos mais importantes do calendário agrícola brasileiro. Após um ciclo marcado por boas condições de desenvolvimento em grande parte das lavouras, os produtores agora voltam sua atenção para uma etapa decisiva: retirar os grãos do campo no momento correto, preservar sua qualidade e reduzir perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Norte do Paraná, onde o milho segunda safra representa uma das principais culturas do sistema de produção, o avanço da colheita traz boas expectativas de produtividade. No entanto, fatores climáticos registrados nas últimas semanas, como chuvas frequentes, alta umidade relativa do ar e temperaturas mais baixas, exigem maior atenção durante as operações de colheita, transporte, secagem e armazenamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o potencial produtivo das lavouras permaneça positivo, a umidade excessiva dos grãos pode comprometer tanto a qualidade quanto a rentabilidade da produção. Por isso, o planejamento operacional se torna um fator essencial para o sucesso da safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como está a colheita do milho safrinha no Paraná?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os boletins técnicos divulgados pelos órgãos oficiais do Estado, a colheita do milho safrinha avança gradativamente em diversas regiões produtoras do Paraná. Grande parte das lavouras apresenta bom desenvolvimento, reflexo de um manejo adequado e de condições climáticas favoráveis durante boa parte do ciclo da cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desse cenário positivo, o ritmo dos trabalhos no campo varia conforme as condições meteorológicas. Em várias localidades, chuvas intermitentes e elevados índices de umidade atrasam a entrada das máquinas nas lavouras e prolongam o período necessário para que os grãos atinjam a umidade ideal para a colheita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse atraso pode gerar uma série de consequências, tanto para a qualidade dos grãos quanto para o planejamento das propriedades, especialmente para os produtores que já iniciam o preparo das áreas destinadas à próxima safra de soja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, quanto maior o tempo de permanência das espigas no campo após atingirem a maturidade fisiológica, maiores são os riscos de perdas provocadas por fatores climáticos, ataques de pragas, doenças e danos mecânicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que a umidade dos grãos merece tanta atenção?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A umidade é um dos principais indicadores utilizados para definir o momento ideal da colheita do milho. Quando os grãos apresentam teor de água elevado, aumentam significativamente os riscos de deterioração durante o armazenamento e também os custos relacionados à secagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em condições normais, o milho destinado ao armazenamento deve apresentar aproximadamente 13% de umidade. Entretanto, em períodos mais chuvosos, muitos produtores precisam colher com índices superiores para evitar perdas ainda maiores causadas pela permanência da cultura no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa decisão exige planejamento, pois grãos colhidos com elevada umidade precisam passar por sistemas de secagem antes do armazenamento. Esse processo aumenta os custos operacionais e o consumo de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a permanência prolongada de grãos úmidos em silos ou armazéns favorece o desenvolvimento de fungos, bactérias e outros microrganismos que comprometem a qualidade do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos mais graves, podem ocorrer fermentação, aquecimento da massa de grãos e formação de micotoxinas. Esses problemas reduzem o valor comercial da produção e aumentam os riscos para a cadeia de alimentação animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chuvas e clima frio aumentam os desafios da colheita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Julho costuma ser um mês de temperaturas mais baixas no Sul do Brasil. Nesta safra, esse cenário foi acompanhado por episódios de chuva em diversas regiões produtoras. Essa combinação dificulta a redução natural da umidade dos grãos ainda no campo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de atrasar a colheita, o excesso de umidade favorece problemas como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• desenvolvimento de fungos nas espigas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• aumento da incidência de grãos ardidos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• brotamento de grãos ainda na espiga;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• maior suscetibilidade ao acamamento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• perdas por quebra de plantas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• dificuldade de regulagem das colhedoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é que a alternância entre dias úmidos e períodos de frio intenso pode acelerar processos de deterioração em espigas que permanecem por muito tempo expostas às condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, acompanhar diariamente as condições meteorológicas e definir corretamente as janelas operacionais representa um diferencial importante para preservar a produtividade obtida ao longo de toda a safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Colheita eficiente começa antes da entrada da máquina na lavoura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos produtores associam uma boa colheita apenas ao desempenho da colhedora. No entanto, a eficiência dessa operação depende de um conjunto de fatores que começa muito antes da entrada das máquinas no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulagem correta dos equipamentos é uma das primeiras medidas para minimizar perdas. A velocidade de deslocamento, a rotação do cilindro, a abertura do côncavo, o ajuste das peneiras e a regulagem do sistema de limpeza precisam estar adequados às condições da lavoura e ao teor de umidade dos grãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Máquinas desreguladas aumentam significativamente as perdas por quebra, trincas e danos mecânicos. Esses problemas comprometem tanto a qualidade quanto o rendimento final da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto importante é o monitoramento constante das perdas durante a operação. Pequenas regulagens realizadas ao longo do dia podem representar uma grande economia ao final da colheita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O armazenamento merece a mesma atenção que a colheita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalizar a colheita não significa que o trabalho terminou. O armazenamento é uma etapa igualmente importante para preservar a qualidade dos grãos até a comercialização. Mesmo lotes colhidos com excelente qualidade podem sofrer perdas significativas quando armazenados em condições inadequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da entrada da nova produção, é fundamental realizar uma limpeza completa de silos, armazéns e equipamentos de transporte. Essa medida elimina resíduos de safras anteriores que podem servir de abrigo para insetos e fungos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é indispensável monitorar continuamente:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a temperatura da massa de grãos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a umidade interna dos silos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a presença de insetos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a ventilação adequada;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• o funcionamento dos sistemas de aeração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses cuidados ajudam a reduzir perdas quantitativas e qualitativas, além de preservar o valor comercial da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Planejamento reduz custos e aumenta a rentabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário de custos elevados de produção, preservar a qualidade dos grãos se tornou tão importante quanto alcançar altas produtividades. Cada ponto percentual de perda durante a colheita ou a armazenagem representa uma redução direta na rentabilidade da propriedade. Por isso, produtores que planejam antecipadamente as operações conseguem organizar melhor a logística de máquinas, transporte, secagem e comercialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse planejamento também permite aproveitar melhores oportunidades de mercado, evitando a necessidade de venda imediata por falta de capacidade de armazenagem. Além disso, uma boa gestão da colheita facilita o início do planejamento da próxima safra de soja. Com mais organização, torna-se possível realizar análises de solo, correções de fertilidade e aquisição antecipada de insumos com maior tranquilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A assistência técnica faz diferença nas decisões do campo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada propriedade possui características específicas relacionadas ao tipo de solo, ao híbrido utilizado, à época de semeadura e às condições climáticas enfrentadas durante o ciclo da cultura. Por isso, as decisões relacionadas ao momento da colheita, à regulagem dos equipamentos, ao manejo pós-colheita e ao armazenamento devem ser tomadas com base em uma avaliação técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento de profissionais especializados permite identificar riscos antecipadamente e definir estratégias que preservem a produtividade conquistada ao longo da safra. Além de reduzir perdas, a assistência técnica contribui para aumentar a eficiência operacional e preparar a propriedade para os desafios da próxima temporada agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agro Infinity: tecnologia, planejamento e parceria em todas as etapas da safra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Agro Infinity, acreditamos que uma safra de sucesso não termina quando a lavoura atinge seu potencial produtivo. Ela se consolida quando cada etapa, desde a implantação da cultura até a colheita e o armazenamento, é conduzida com planejamento, conhecimento técnico e decisões bem fundamentadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa equipe acompanha de perto as condições do campo e está preparada para orientar os produtores na escolha das melhores estratégias para proteger a produtividade e maximizar os resultados da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja no manejo da cultura, na recomendação de tecnologias ou no planejamento da próxima safra, a Agro Infinity trabalha lado a lado com o produtor. Nosso objetivo é oferecer soluções técnicas alinhadas às necessidades do agronegócio.</p>
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		<title>Logística reversa de embalagens vazias: calendário de recebimento exige atenção de produtores e revendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A destinação correta das embalagens vazias de defensivos agrícolas é uma responsabilidade essencial para produtores, revendas e cooperativas. Com os calendários de recebimento em andamento, a Agro Infinity reforça a importância da logística reversa, do cumprimento da legislação e da organização dos comprovantes para garantir mais segurança, sustentabilidade e responsabilidade no campo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O final de um ciclo de safra e o início do planejamento de outro trazem uma responsabilidade que não pode ficar em segundo plano: a destinação correta das embalagens vazias de defensivos agrícolas. No campo, produtividade e sustentabilidade caminham juntas. E, quando o assunto é defensivo, o manejo correto não termina na aplicação. Ele continua na lavagem da embalagem, no armazenamento temporário, na devolução no local indicado e na guarda do comprovante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho, período estratégico para reorganização da propriedade, revisão de estoque, planejamento da safra de verão e condução das culturas de inverno no norte do Paraná, os calendários técnicos de recebimento de embalagens ganham ainda mais importância. Associações, revendas, cooperativas e unidades de recebimento intensificam a divulgação de campanhas fixas e itinerantes para facilitar o cumprimento da legislação e evitar que o produtor acumule passivos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas é uma das maiores referências do agronegócio brasileiro em responsabilidade compartilhada. O Sistema Campo Limpo reúne agricultores, canais de distribuição, indústria fabricante e poder público em uma operação coordenada para retirar embalagens do ambiente e dar a destinação adequada. Segundo o próprio Sistema Campo Limpo, agricultores, indústria, canais de distribuição e poder público desenvolvem ações complementares nesse sistema de referência mundial para a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que falar de logística reversa agora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento do ano, muitas propriedades estão fechando o uso de defensivos do ciclo anterior, organizando barracões, revisando notas fiscais, ajustando compras e preparando novas aplicações para as culturas em andamento. É justamente nesse intervalo que o produtor deve conferir se as embalagens vazias foram corretamente lavadas, inutilizadas, separadas e encaminhadas para devolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A devolução correta não é apenas uma boa prática ambiental. É uma obrigação legal e faz parte do compliance da propriedade rural. A legislação prevê responsabilidades para quem produz, comercializa, utiliza, transporta, armazena ou dá destinação a embalagens e resíduos em desacordo com as exigências legais. A Lei nº 14.785/2023, novo marco legal dos defensivos agrícolas no Brasil, prevê penalidades para quem produzir, importar, comercializar ou der destinação a resíduos e embalagens vazias em desacordo com a lei.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que a embalagem vazia deve ter rastreabilidade. O produtor precisa conseguir demonstrar, em uma eventual fiscalização, que comprou o produto de forma regular, utilizou conforme recomendação técnica, realizou a tríplice lavagem ou lavagem sob pressão quando aplicável, armazenou de forma segura e devolveu a embalagem no local correto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Brasil como referência em destinação correta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil é reconhecido como uma referência global na logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O Sistema Campo Limpo afirma que o país possui um dos sistemas mais eficientes do mundo e que mais de 800 mil toneladas de embalagens já foram encaminhadas para reciclagem ou incineração segura desde a criação do sistema, em 2002.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados mais recentes divulgados pela Revista Cultivar, com base em informações do sistema, apontam que o Brasil ultrapassou 900 mil toneladas de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente adequada em 2025. Somente naquele ano, 75.996 toneladas receberam destinação correta, o maior volume anual já registrado pelo programa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse desempenho reforça a força da responsabilidade compartilhada. O produtor faz a devolução, os canais de distribuição garantem pontos e orientações de recebimento, a indústria financia o processo e o poder público fiscaliza. Esse modelo reduz riscos ambientais, protege pessoas, evita contaminação de solo e água e fortalece a imagem do agro como setor comprometido com boas práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funciona a responsabilidade compartilhada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística reversa depende da participação correta de todos os elos da cadeia. O Sistema Campo Limpo resume esse modelo de forma direta: os produtores rurais lavam, inutilizam e devolvem as embalagens; os canais de distribuição garantem pontos de recebimento; a indústria financia o processo; e o governo fiscaliza.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o produtor, a principal responsabilidade começa logo após o esvaziamento da embalagem. As embalagens laváveis devem passar por tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, conforme orientação de bula e rótulo. Depois disso, precisam ser perfuradas para impedir reutilização, armazenadas em local seguro, separadas por tipo e devolvidas no posto, central ou recebimento itinerante indicado na nota fiscal ou informado pela revenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as revendas e cooperativas, o papel é orientar, registrar, comunicar datas de recebimento, apoiar a organização dos produtores e garantir que o fluxo de devolução esteja alinhado às normas. Em períodos de campanha itinerante, a comunicação precisa ser clara: data, horário, local, tipos de embalagens aceitas, documentação necessária e condições de entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são os recebimentos itinerantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recebimentos itinerantes são ações programadas para aproximar o sistema de devolução dos produtores rurais, principalmente em regiões onde o deslocamento até uma central ou posto fixo pode ser mais difícil. Nesses eventos, a estrutura de recebimento se desloca para pontos estratégicos, reduzindo custos logísticos e aumentando a adesão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Sistema Campo Limpo informa que, além das unidades fixas, são realizados mais de 4.500 recebimentos itinerantes todos os anos no Brasil, facilitando a destinação adequada das embalagens mesmo em regiões mais distantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No norte do Paraná, esse tipo de ação tem papel importante porque a região reúne agricultura intensiva, grande uso de tecnologias de proteção de cultivos e forte presença de revendas, cooperativas e assistência técnica. Quando o calendário é bem divulgado, o produtor consegue organizar as embalagens por propriedade, conferir a documentação, separar os volumes e evitar acúmulo desnecessário no barracão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observação importante para publicação: o índice regional de “cerca de 98% de destinação correta” citado no briefing deve ser confirmado diretamente com a ANPARA ou com a unidade regional responsável antes de entrar como dado oficial no texto final. Para manter a notícia tecnicamente segura, a versão abaixo trata a região como referência em adesão e organização, sem publicar um percentual não verificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o produtor deve fazer antes de devolver</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A devolução correta começa muito antes do dia marcado no calendário. O produtor deve organizar um processo simples, mas rigoroso, dentro da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, é necessário conferir quais embalagens são laváveis e quais não são laváveis. Embalagens rígidas que entram em contato direto com o produto geralmente exigem tríplice lavagem ou lavagem sob pressão. Já embalagens flexíveis, como sacos e alguns tipos de embalagens contaminadas, seguem orientação específica e não devem ser lavadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da lavagem, as embalagens laváveis devem ser inutilizadas, normalmente com perfuração no fundo, para impedir qualquer reutilização. As tampas devem ser separadas, conforme orientação do sistema de recebimento. As embalagens precisam ser mantidas em local coberto, ventilado, sinalizado, com acesso restrito e distante de pessoas, animais, alimentos, rações, sementes e fontes de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é essencial separar os comprovantes. O produtor deve levar documentos de identificação, nota fiscal ou informações de compra, além de seguir as orientações do posto ou central responsável pelo recebimento. O Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos informa que consumidores devem devolver embalagens, tampas e sobras de defensivos aos estabelecimentos comerciais indicados na nota fiscal para destinação ambientalmente adequada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazos e comprovantes: atenção ao compliance</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais importantes para evitar problemas em auditorias e fiscalizações é o prazo de devolução. O Decreto nº 4.074/2002 estabelecia que os usuários deveriam devolver embalagens vazias e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais onde os produtos foram adquiridos, observadas as instruções de rótulo e bula, no prazo de até um ano contado da data da compra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da devolução, a guarda do comprovante é fundamental. O comprovante é a prova documental de que a propriedade cumpriu sua parte no sistema de logística reversa. Em auditorias, fiscalizações fitossanitárias, processos de certificação, regularização ambiental e programas de boas práticas agrícolas, esse documento pode ser solicitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a recomendação técnica é manter uma pasta física e uma cópia digital dos comprovantes, organizados por safra, propriedade, fornecedor e data de devolução. Essa prática simples evita perda de informação e dá mais segurança ao produtor e à equipe administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos de não fazer a destinação correta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O descarte inadequado de embalagens vazias pode gerar riscos ambientais, sanitários e legais. Embalagens abandonadas em carreadores, margens de lavouras, cursos d’água, áreas de reserva, depósitos improvisados ou lixeiras comuns representam perigo de contaminação e podem causar danos à saúde de pessoas e animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, manter embalagens acumuladas por longos períodos na propriedade aumenta o risco de acidentes, dificulta o controle interno e pode gerar autuações. O problema não está apenas no descarte irregular. A ausência de comprovante, a embalagem não lavada quando deveria ser lavada, o armazenamento inadequado ou a entrega fora do padrão também podem gerar questionamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um agro cada vez mais auditado, rastreável e conectado a exigências ambientais, compliance deixou de ser uma formalidade. Ele se tornou parte da gestão da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Papel das revendas e cooperativas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Revendas e cooperativas têm papel decisivo na orientação dos produtores. Além da venda técnica de insumos, é responsabilidade do canal de distribuição reforçar as instruções de destinação, comunicar datas de recebimento, orientar sobre lavagem, armazenamento e documentação, e apoiar o produtor para que ele cumpra a legislação sem dificuldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse suporte é especialmente importante no período de transição entre safras. Muitas equipes comerciais estão focadas em planejamento, vendas antecipadas, sementes, fertilizantes e defensivos para o próximo ciclo. Mesmo assim, a orientação sobre embalagens precisa fazer parte da conversa técnica. O pós-uso também é assistência técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Agro Infinity, esse é um ponto estratégico de relacionamento com o produtor. Informar o calendário, lembrar prazos e orientar sobre boas práticas fortalece a confiança, reduz riscos para o cliente e posiciona a revenda como parceira completa no manejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Checklist prático para o produtor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de participar de um recebimento itinerante ou se dirigir a uma unidade fixa, confira:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li class="">As embalagens laváveis passaram por tríplice lavagem ou lavagem sob pressão.</li>



<li class="">As embalagens foram perfuradas e inutilizadas.</li>



<li class="">Tampas e embalagens foram separadas conforme orientação.</li>



<li class="">Embalagens não laváveis foram armazenadas separadamente.</li>



<li class="">O material está seco, organizado e sem vazamento.</li>



<li class="">As notas fiscais e informações de compra estão disponíveis.</li>



<li class="">A data, horário e local do calendário foram confirmados.</li>



<li class="">O transporte será feito com segurança, sem contato com pessoas, alimentos, rações ou animais.</li>



<li class="">O comprovante de devolução será solicitado e arquivado.</li>



<li class="">A equipe da propriedade está orientada sobre o procedimento.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Considerações finais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística reversa de embalagens vazias é um exemplo de como o agro pode unir produtividade, responsabilidade ambiental e segurança jurídica. No norte do Paraná, onde a agricultura é intensa e tecnificada, cumprir o calendário de recebimento é uma atitude que protege a propriedade, o produtor, o meio ambiente e toda a cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que devolver embalagens, o produtor demonstra organização, profissionalismo e compromisso com uma agricultura moderna. Para as revendas e cooperativas, o momento é de reforçar a comunicação, orientar equipes e apoiar os clientes para que nenhum detalhe passe despercebido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agro Infinity reforça: o manejo responsável não termina na lavoura. Ele continua na destinação correta das embalagens, no cumprimento da legislação e na construção de um agro mais seguro, sustentável e preparado para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtor, acompanhe os calendários de recebimento da sua região, organize suas embalagens e mantenha seus comprovantes em dia. Em caso de dúvida, procure a equipe técnica da Agro Infinity e receba orientação para fazer a destinação correta com segurança.</p>
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		<title>El Niño acende alerta no campo: como o produtor deve se preparar para chuvas intensas, doenças e instabilidade climática</title>
		<link>https://agroinfinity.com.br/el-nino-acende-alerta-no-campo-como-o-produtor-deve-se-preparar-para-chuvas-intensas-doencas-e-instabilidade-climatica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O retorno do El Niño em 2026 acende um alerta para o campo, especialmente no norte do Paraná. Com a previsão de chuvas mais intensas e maior instabilidade climática, produtores precisam redobrar o cuidado com o manejo das lavouras, o monitoramento de doenças, a proteção do solo e o planejamento da próxima safra.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O clima voltou ao centro das decisões no campo. Com a confirmação do retorno do El Niño em 2026, produtores rurais, técnicos agrícolas e consultores precisam redobrar a atenção ao planejamento das lavouras, especialmente na Região Sul do Brasil. Segundo o INMET, as condições de El Niño já estão presentes no Oceano Pacífico Equatorial e a tendência é de fortalecimento do fenômeno nos próximos meses, com possibilidade de persistência até o verão austral de 2026/2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o produtor do norte do Paraná, o alerta não significa necessariamente perda de safra, mas exige preparo. O El Niño costuma alterar os padrões de chuva e temperatura no Brasil. Enquanto algumas regiões podem enfrentar estiagem mais severa, a Região Sul tende a registrar maior volume de chuvas, o que pode afetar diretamente o manejo de culturas como trigo, aveia, milho, soja e plantas de cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o produtor deve olhar para o El Niño como um fator de risco operacional e fitossanitário. Mais chuva pode favorecer a disponibilidade hídrica, mas também pode atrasar plantios, dificultar pulverizações, comprometer a colheita de culturas de inverno, aumentar o encharcamento do solo e elevar a pressão de doenças fúngicas. O ponto de virada está no planejamento: quem se antecipa reduz perdas e toma decisões mais seguras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o El Niño?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O El Niño é a fase quente do fenômeno conhecido como ENOS, El Niño-Oscilação Sul. Ele ocorre quando há aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, especialmente nas áreas central e leste. Essa mudança altera a circulação dos ventos e interfere na distribuição das chuvas e temperaturas em várias partes do mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, havia 80% de probabilidade de formação do El Niño no trimestre junho-agosto de 2026, com chance próxima ou superior a 90% de persistência pelo menos até novembro. A WMO também reforça que, embora ainda exista incerteza sobre a intensidade final do evento, os modelos indicam a possibilidade de um fenômeno moderado a forte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NOAA, por meio do Climate Prediction Center, informou em junho de 2026 que as condições de El Niño estão presentes e devem se fortalecer até o inverno do Hemisfério Norte, período que corresponde ao verão no Hemisfério Sul. O órgão também indicou possibilidade de El Niño muito forte no trimestre novembro-dezembro-janeiro, o que aumenta a necessidade de acompanhamento contínuo dos boletins climáticos.</p>
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		<title>Clima e risco de geadas exigem atenção do produtor de milho safrinha no Norte do Paraná</title>
		<link>https://agroinfinity.com.br/clima-e-risco-de-geadas-exigem-atencao-do-produtor-de-milho-safrinha-no-norte-do-parana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximação do inverno reforça a necessidade de monitoramento climático e planejamento estratégico para reduzir riscos no campo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do mês de maio, produtores rurais do Norte do Paraná entram em um período que exige atenção redobrada no campo. A aproximação do inverno e a entrada gradual de massas de ar frio sobre a região Sul do Brasil trazem consigo uma preocupação recorrente para quem cultiva milho segunda safra: os riscos associados à queda das temperaturas e a possibilidade de ocorrência de geadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, o milho safrinha consolidou sua posição como uma das culturas mais importantes dentro do sistema produtivo regional. O modelo soja seguida por milho segunda safra transformou a agricultura do Norte do Paraná em uma referência nacional de produtividade e aproveitamento de áreas agrícolas. Porém, junto com as oportunidades surgem desafios técnicos que exigem planejamento, monitoramento constante e tomada de decisão baseada em informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do milho cultivado na safra de verão, o milho segunda safra apresenta um comportamento muito mais dependente das condições climáticas do período de outono e início do inverno. Isso ocorre porque a cultura é implantada após a colheita da soja, fazendo com que parte do seu desenvolvimento aconteça justamente em meses historicamente mais suscetíveis à redução de temperatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, a atenção ao clima passa a fazer parte do manejo da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informações técnicas utilizadas no calendário agrícola regional, a principal recomendação para o milho safrinha é respeitar a janela ideal de implantação, buscando reduzir a exposição da cultura aos riscos de estiagem tardia e frio intenso. No Norte do Paraná, a maior parte das áreas é implantada entre o final de janeiro e o mês de fevereiro, justamente para permitir que a planta avance suas fases mais sensíveis antes da chegada das temperaturas mais baixas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O calendário agrícola influencia diretamente os riscos da cultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso do milho segunda safra está fortemente ligado ao momento em que a semeadura acontece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lavouras implantadas dentro da janela recomendada normalmente apresentam maior segurança, pois conseguem avançar o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo em períodos ainda favorecidos pelas condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já áreas plantadas mais tardiamente podem enfrentar um cenário mais desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a implantação ocorre fora do período ideal, a cultura permanece em estágios críticos justamente durante a chegada das primeiras ondas de frio. Isso aumenta significativamente a exposição a eventos climáticos que podem comprometer o potencial produtivo da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas situações, diferenças de poucos dias na semeadura podem representar impactos importantes no desenvolvimento da cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o calendário agrícola não deve ser visto apenas como uma recomendação operacional, mas sim como uma ferramenta estratégica de redução de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Temperatura baixa pode afetar diferentes fases do milho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o milho seja uma cultura amplamente adaptada às condições brasileiras, determinadas etapas do desenvolvimento exigem maior atenção quando há previsão de temperaturas baixas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As fases de pendoamento, florescimento e enchimento de grãos são consideradas momentos críticos dentro do ciclo produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o florescimento, por exemplo, a planta concentra grande parte de sua energia em processos fisiológicos fundamentais para a formação dos grãos. Alterações severas de temperatura nesse período podem interferir no desenvolvimento reprodutivo e comprometer a produtividade final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No enchimento de grãos, a planta necessita manter elevada atividade fisiológica para transformar nutrientes e energia em produção. Situações de estresse térmico podem reduzir esse processo e limitar o potencial produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, temperaturas muito baixas podem desacelerar o metabolismo da planta, reduzir o crescimento e comprometer o desenvolvimento uniforme da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intensidade do impacto varia conforme fatores como duração do frio, estágio da cultura, condição nutricional, disponibilidade hídrica e genética utilizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, não existe uma única resposta para todos os cenários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada área apresenta comportamento específico e exige avaliação individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Geadas representam um dos principais fatores de preocupação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o assunto é inverno no Sul do Brasil, a geada naturalmente se torna um tema de grande atenção para o produtor rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a ocorrência de geadas severas varie a cada ano, eventos localizados podem provocar danos importantes dependendo do estágio de desenvolvimento da cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em lavouras mais jovens, temperaturas extremas podem causar queima de tecidos vegetais, redução do crescimento e comprometimento da recuperação das plantas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em áreas próximas da fase reprodutiva, os impactos podem ser ainda mais expressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que nem toda queda de temperatura resulta em perdas produtivas. A severidade dos danos depende de fatores como intensidade do frio, duração do evento, topografia da área e condição geral da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Regiões mais baixas, por exemplo, tendem a apresentar maior acúmulo de ar frio e podem registrar temperaturas inferiores às observadas em áreas elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse comportamento reforça a importância do acompanhamento climático localizado e do conhecimento das características específicas de cada propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Monitoramento climático se tornou ferramenta estratégica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se anteriormente o acompanhamento da previsão do tempo era visto apenas como uma informação complementar, hoje ele faz parte das ferramentas estratégicas dentro da gestão agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura moderna trabalha cada vez mais baseada em dados, previsões e tomada de decisão antecipada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Monitorar previsões regionais, acompanhar movimentações de massas de ar frio, observar tendências meteorológicas e cruzar essas informações com o estágio das culturas permite maior capacidade de planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor atual não toma decisões olhando apenas para a lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele observa clima, solo, mercado, manejo e comportamento das culturas de forma integrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão mais estratégica permite reduzir riscos e aumentar eficiência operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A informação também faz parte do manejo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos anos, a agricultura evoluiu significativamente em genética, nutrição, defensivos, máquinas e tecnologias digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, um fator continua fazendo diferença dentro do campo: a informação de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antecipar cenários, entender tendências climáticas e avaliar riscos potenciais muitas vezes permite agir antes que os problemas aconteçam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produtividade não depende exclusivamente do que é aplicado na lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também está diretamente relacionada à capacidade de tomar decisões no momento correto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejamento, acompanhamento técnico e monitoramento constante seguem sendo fatores fundamentais para transformar potencial produtivo em resultado efetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Suporte técnico próximo fortalece decisões mais assertivas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em períodos de maior atenção climática, a presença do suporte técnico se torna ainda mais importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento especializado permite interpretar cenários, avaliar riscos específicos e orientar decisões mais seguras para cada realidade produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada propriedade possui características próprias relacionadas ao solo, altitude, genética, época de plantio e histórico produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, recomendações generalistas nem sempre atendem todas as necessidades do campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agro Infinity acompanha de perto os desafios do produtor e reforça a importância do planejamento técnico aliado à informação de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque uma safra cheia não depende apenas do que acontece dentro da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela começa muito antes, na estratégia, no acompanhamento e nas decisões tomadas no momento certo.</p>
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		<item>
		<title>O que o produtor deve observar antes da colheita do milho safrinha</title>
		<link>https://agroinfinity.com.br/o-que-o-produtor-deve-observar-antes-da-colheita-do-milho-safrinha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisões tomadas nos últimos dias do ciclo podem influenciar produtividade, qualidade dos grãos e eficiência operacional</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com a aproximação da fase final do milho safrinha em diversas regiões do Norte do Paraná, produtores começam a voltar a atenção para um momento decisivo dentro do ciclo produtivo: a colheita. Embora grande parte das decisões agronômicas tenha sido tomada ao longo do desenvolvimento da cultura, os dias que antecedem a retirada da lavoura ainda exigem planejamento, monitoramento e atenção técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, o foco do produtor durante a safra fica concentrado em fatores como escolha do híbrido, manejo nutricional, controle fitossanitário e acompanhamento climático. No entanto, a fase final do ciclo também possui impacto direto sobre os resultados obtidos dentro da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A colheita representa o fechamento de meses de investimento, planejamento e manejo. Pequenos erros operacionais ou falhas de acompanhamento neste período podem resultar em perdas significativas de produtividade e qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No milho, cada detalhe faz diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O momento correto da colheita influencia diretamente os resultados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais fatores que exigem atenção é a definição do ponto ideal para iniciar a colheita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antecipar excessivamente a operação pode elevar custos relacionados à secagem dos grãos. Por outro lado, atrasos excessivos podem aumentar perdas no campo, favorecer tombamentos e elevar riscos de danos por condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O equilíbrio entre logística, umidade e condições da lavoura é fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, o milho passa por mudanças graduais até atingir a maturidade fisiológica completa. Nessa etapa, o grão alcança seu máximo potencial de acúmulo de matéria seca e inicia o processo natural de perda de umidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse momento, a decisão operacional passa a ser estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos aspectos fisiológicos, o produtor deve considerar disponibilidade de máquinas, capacidade de transporte, previsão climática e planejamento de armazenagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A colheita eficiente começa muito antes da entrada da máquina no talhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Umidade dos grãos merece atenção especial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A umidade é um dos indicadores mais importantes para tomada de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colher grãos muito úmidos pode aumentar custos com secagem, elevar consumo energético e comprometer a eficiência operacional. Em contrapartida, permitir que os grãos permaneçam excessivamente secos no campo pode aumentar perdas mecânicas durante a colheita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grãos mais secos apresentam maior suscetibilidade a danos físicos e quebra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, variações excessivas na umidade podem gerar dificuldades no armazenamento posterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento frequente permite maior precisão nas decisões e reduz riscos operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Monitoramento fitossanitário continua até o final do ciclo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um erro comum é acreditar que a fase final da cultura exige menor acompanhamento fitossanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo próximo da colheita, o monitoramento continua sendo essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas pragas podem permanecer ativas até os estágios finais do desenvolvimento, causando danos em espigas e comprometendo a qualidade dos grãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, condições climáticas específicas podem favorecer o aparecimento de doenças foliares e problemas sanitários tardios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do cenário, perdas qualitativas podem impactar diretamente o valor comercial da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lavoura precisa ser acompanhada até o último momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acamamento e quebra de plantas podem aumentar perdas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é a avaliação estrutural da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Áreas que passaram por ventos fortes, excesso de chuva, problemas nutricionais ou pressão fitossanitária podem apresentar maior risco de acamamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a planta perde sustentação ou sofre inclinação excessiva, a eficiência operacional da colhedora diminui significativamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, espigas podem ficar abaixo da plataforma de corte, elevando perdas durante a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do impacto operacional, áreas acamadas normalmente exigem redução de velocidade e maior atenção da equipe durante a colheita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Monitorar previamente essas situações permite melhor planejamento das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A previsão do tempo também faz parte do planejamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A agricultura moderna exige decisões cada vez mais integradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhar o comportamento climático próximo ao período de colheita tornou-se uma prática indispensável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eventos de chuva podem atrasar operações, aumentar riscos de deterioração dos grãos e comprometer a qualidade final do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, períodos prolongados de alta umidade podem favorecer o desenvolvimento de fungos e problemas relacionados à conservação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, acompanhar previsões meteorológicas ajuda a ajustar cronogramas operacionais e reduzir riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, informação também faz parte do manejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Planejamento operacional reduz perdas no campo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da condição agronômica da lavoura, fatores logísticos exercem papel importante no desempenho da colheita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disponibilidade de máquinas, manutenção preventiva, regulagem adequada dos equipamentos e planejamento de transporte podem fazer grande diferença nos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colhedoras mal reguladas podem gerar perdas significativas sem que o produtor perceba imediatamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Velocidade inadequada, plataforma desajustada e regulagens incorretas frequentemente resultam em desperdício de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, pequenas correções operacionais representam ganhos expressivos ao final da safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultado também se protege no final do ciclo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da safra, o produtor investe em sementes, fertilizantes, manejo, tecnologia e suporte técnico buscando construir produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, proteger esse potencial até a última etapa do processo é igualmente importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fase pré colheita deve ser encarada como parte estratégica do manejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agro Infinity acompanha de perto os desafios do campo e reforça a importância do monitoramento contínuo, planejamento operacional e suporte técnico para transformar investimento em resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque produtividade não se mede apenas no plantio. Ela também se confirma no momento da colheita.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Safra de Trigo no Norte do Paraná: Planejamento e Cuidados na Semeadura Definem o Potencial Produtivo</title>
		<link>https://agroinfinity.com.br/safra-de-trigo-no-norte-do-parana-planejamento-e-cuidados-na-semeadura-definem-o-potencial-produtivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o avanço do calendário agrícola e a consolidação das colheitas de verão, o produtor do norte do Paraná inicia uma das etapas mais estratégicas do sistema produtivo anual: o planejamento e a implantação da safra de trigo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cultura do trigo, além de representar uma importante alternativa de renda no inverno, exerce papel fundamental na sustentabilidade do sistema agrícola, contribuindo diretamente para a rotação de culturas, conservação do solo e quebra de ciclos de pragas e doenças. No entanto, o sucesso da lavoura está diretamente ligado à qualidade das decisões tomadas na fase de semeadura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um plantio bem executado não apenas garante um bom estabelecimento inicial, mas também define o teto produtivo da cultura. Por isso, atenção aos detalhes técnicos é indispensável neste momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Janela de semeadura e posicionamento estratégico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No norte paranaense, a semeadura do trigo ocorre predominantemente entre <strong>abril e maio</strong>, respeitando o zoneamento agrícola e as condições específicas de cada safra. A escolha correta do momento de plantio influencia diretamente o desenvolvimento fisiológico da planta e sua exposição a fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao posicionar a semeadura dentro da janela ideal, o produtor consegue aproveitar melhor a umidade residual do solo após as culturas de verão, além de reduzir significativamente o risco de geadas nas fases mais sensíveis, como florescimento e enchimento de grãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o calendário agrícola da região, as culturas de inverno entram como uma sequência lógica dentro do sistema produtivo, garantindo continuidade no uso do solo e maior eficiência agronômica .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Semeaduras antecipadas podem expor a cultura a temperaturas elevadas no início do desenvolvimento, enquanto plantios tardios aumentam o risco climático no final do ciclo. O equilíbrio entre janela ideal e condições reais de campo é o ponto-chave para decisões assertivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condições de solo e manejo pré-plantio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho do trigo está fortemente associado à qualidade do ambiente de produção. Antes da semeadura, o produtor deve garantir que o solo esteja devidamente corrigido e estruturado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise de solo é a principal ferramenta para tomada de decisão, permitindo ajustes adequados de fertilidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trigo responde diretamente às condições físicas e químicas do solo. Antes da semeadura, é indispensável:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Correção de acidez (calagem antecipada, se necessário)</li>



<li class="">Ajuste de níveis de fósforo e potássio</li>



<li class="">Avaliação de compactação e estrutura do solo</li>



<li class="">Manutenção do sistema de plantio direto com boa palhada</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escolha de cultivares adaptadas à região</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A seleção da cultivar é uma das decisões mais estratégicas no cultivo do trigo. No norte do Paraná, é fundamental<strong> optar por materiais adaptados às condições edafoclimáticas da região</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais critérios de escolha, destacam-se o <strong>ciclo da cultivar, a tolerância a doenças, o potencial produtivo e a estabilidade em diferentes ambientes.</strong> Cultivares com boa sanidade foliar e resistência a doenças como ferrugem e brusone são essenciais para reduzir riscos e custos com defensivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o posicionamento da cultivar deve <strong>considerar o objetivo de comercialização</strong>. Trigos voltados para panificação exigem padrões de qualidade específicos, como força de glúten e peso hectolítrico, o que influencia diretamente na escolha do material.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tratamento de sementes e estabelecimento inicial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento de sementes é uma prática indispensável no manejo moderno do trigo. Essa etapa garante <strong>proteção inicial contra patógenos de solo e de sementes, além de reduzir a incidência de pragas no início do ciclo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de fungicidas no tratamento ajuda a controlar doenças como fusariose e manchas iniciais, enquanto inseticidas contribuem para o controle de pragas como corós e lagartas iniciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom estabelecimento de plantas depende de vários fatores, incluindo qualidade da semente, profundidade de semeadura, uniformidade de distribuição e condições de umidade no solo. A emergência uniforme favorece o perfilhamento e contribui diretamente para a formação de uma lavoura mais equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Densidade de semeadura e espaçamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A população de plantas deve ser ajustada conforme a cultivar, a época de semeadura e o ambiente produtivo. Em geral, <strong>busca-se uma densidade que permita bom perfilhamento sem causar competição excessiva entre plantas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Densidades muito elevadas podem aumentar a competição por nutrientes e luz, além de favorecer o surgimento de doenças devido ao fechamento excessivo do dossel. Por outro lado, populações muito baixas podem comprometer o potencial produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O espaçamento entre linhas, geralmente entre 17 e 20 centímetros, deve favorecer o fechamento rápido da área, reduzindo a incidência de plantas daninhas e melhorando o aproveitamento da radiação solar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manejo de plantas daninhas no início do ciclo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A competição com plantas daninhas nas fases iniciais é um dos principais fatores de perda de produtividade no trigo. Por isso, iniciar a lavoura em área limpa é essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dessecação pré-plantio deve ser bem planejada, utilizando herbicidas adequados ao histórico da área. Em situações de alta pressão de plantas daninhas, o <strong>uso de herbicidas pré-emergentes</strong> pode ser uma ferramenta importante para garantir controle eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manejo integrado de plantas daninhas, combinando práticas químicas e culturais, contribui para maior eficiência e redução de custos ao longo do ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condições climáticas e exigência hídrica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O trigo apresenta melhor desempenho em condições de clima ameno, com temperaturas moderadas e boa disponibilidade hídrica durante o desenvolvimento inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A germinação e emergência exigem umidade adequada no solo, sendo fundamental evitar o plantio em condições de déficit hídrico. Períodos secos logo após a semeadura podem comprometer o estande de plantas e reduzir o potencial produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do ciclo, a distribuição das chuvas é mais importante do que o volume total. Fases como perfilhamento e enchimento de grãos são especialmente sensíveis à disponibilidade de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Integração do trigo no sistema produtivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A inserção do trigo no sistema de produção vai além do retorno econômico direto. A cultura contribui para a construção de um sistema mais equilibrado e sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rotação com culturas de verão como soja e milho reduz a pressão de pragas e doenças, melhora a estrutura do solo e favorece a ciclagem de nutrientes. Além disso, a palhada do trigo contribui para a cobertura do solo, protegendo contra erosão e perdas de umidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas bem estruturados, com diversidade de culturas, tendem a apresentar maior estabilidade produtiva ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Considerações finais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A semeadura do trigo representa um dos momentos mais estratégicos da safra de inverno. Cada decisão tomada neste período impacta diretamente o desenvolvimento da cultura e os resultados finais da lavoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor que investe em planejamento, conhecimento técnico e manejo adequado aumenta significativamente suas chances de alcançar altos níveis de produtividade e rentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agro Infinity atua como parceira nesse processo, oferecendo suporte técnico especializado, insumos de qualidade e soluções alinhadas às necessidades do produtor, fortalecendo resultados dentro e fora da porteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Déficit de armazenagem de grãos no Brasil acende alerta para o agronegócio até 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dependência direta é baixa, mas alta do Brent pode pressionar inflação, combustíveis e custos no agro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dependência direta é baixa, mas alta do Brent pode pressionar inflação, combustíveis e custos no agro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário geopolítico internacional voltou ao centro das atenções após o anúncio do Irã, em 03 de março de 2026, sobre o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo. A região concentra cerca de 30% de toda a produção global transportada por via marítima, o que imediatamente gerou preocupação nos mercados internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Brasil, a dependência direta dessa rota é considerada baixa. Dados do setor indicam que o país importa menos de 1% do petróleo proveniente da Arábia Saudita, e possui fornecedores diversificados, como Argélia e Estados Unidos. Isso reduz o risco de desabastecimento físico no curto prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o impacto mais relevante não está no fornecimento, mas sim no comportamento dos preços globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pressão nos preços internacionais e reflexos no mercado interno</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com baixa dependência direta, o Brasil não está isolado dos efeitos de uma escalada no Golfo Pérsico. O Estreito de Ormuz é fundamental para grandes exportadores de petróleo, como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque. Qualquer interrupção ou instabilidade na região tende a pressionar o preço do barril no mercado internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o petróleo é uma commodity global precificada em dólar, qualquer alta nas cotações impacta diretamente os custos de importação de derivados, como diesel e gasolina. Esse movimento pode ocorrer mesmo em países produtores, como o Brasil, devido à dinâmica de mercado e à política de preços atrelada ao cenário internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimativas indicam que, em um cenário de tensão prolongada, o preço do barril pode ultrapassar níveis elevados, o que amplia os custos internos e gera efeito em cadeia sobre diversos setores da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos na economia brasileira e no custo de produção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A elevação no preço dos combustíveis tem reflexos diretos na economia brasileira. Um aumento significativo no diesel, por exemplo, impacta o transporte de cargas, encarece o frete e eleva os custos logísticos em toda a cadeia produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No agronegócio, esse efeito é ainda mais sensível. O diesel é um dos principais insumos operacionais, utilizado em máquinas agrícolas, transporte de insumos e escoamento da produção. Qualquer variação no preço afeta diretamente o custo por hectare e a margem do produtor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a alta do petróleo também influencia outros insumos estratégicos, como fertilizantes, que possuem forte relação com o mercado energético global. Isso pode gerar aumento nos custos de produção e exigir ajustes no planejamento da safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pressão inflacionária e impacto nos juros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desdobramento relevante é o impacto sobre a inflação. O aumento dos combustíveis tende a pressionar os índices inflacionários, afetando o custo de vida e o poder de compra da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, há reflexos na política monetária. A necessidade de controle inflacionário pode dificultar a redução das taxas de juros, mantendo o crédito mais caro e limitando investimentos, inclusive no setor agropecuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ambiente exige maior cautela por parte dos produtores, principalmente na gestão financeira e no planejamento de investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Efeito no câmbio e nos investimentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A instabilidade global também tende a aumentar a aversão ao risco nos mercados financeiros. Esse movimento pode pressionar o câmbio, tornando o dólar mais valorizado frente ao real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por um lado, isso pode favorecer os exportadores, já que os produtos brasileiros se tornam mais competitivos no mercado internacional. Por outro, encarece insumos importados e aumenta o custo de produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda a possibilidade de impacto no fluxo de investimentos. Cenários de incerteza costumam reduzir o apetite por novos aportes, o que pode afetar setores estratégicos da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um cenário que exige atenção e estratégia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o risco de desabastecimento ser baixo, os efeitos indiretos do fechamento do Estreito de Ormuz são relevantes e devem ser acompanhados de perto. A principal preocupação está na volatilidade dos preços e nos reflexos econômicos que atingem diretamente o custo de produção no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o planejamento estratégico, o controle de custos e a eficiência operacional tornam-se ainda mais importantes para manter a competitividade e a sustentabilidade da atividade agrícola.</p>
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		<title>Déficit de armazenagem de grãos no Brasil acende alerta para o agronegócio até 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capacidade limitada de estocagem pode comprometer rentabilidade, logística e poder de negociação do produtor rural</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O agronegócio brasileiro está diante de um dos principais desafios estruturais da atualidade. As projeções para os próximos anos indicam que o país poderá atingir, até 2026, o maior déficit de armazenagem de grãos da sua história. Mesmo com safras cada vez mais expressivas, a capacidade de estocagem não tem acompanhado o crescimento da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimativas recentes, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apontam que o Brasil terá estrutura para armazenar pouco mais de 60% de toda a safra prevista. Considerando o volume projetado de produção, isso representa dezenas de milhões de toneladas sem espaço adequado para conservação. Trata-se de um cenário que expõe um gargalo histórico do setor, que agora ganha ainda mais relevância diante da expansão agrícola dos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da produção é resultado direto da evolução tecnológica no campo, do avanço genético das culturas e do manejo cada vez mais eficiente. No entanto, esse salto produtivo não foi acompanhado por investimentos proporcionais em infraestrutura de armazenagem. A consequência é um desequilíbrio que começa a impactar diretamente o dia a dia do produtor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pressão sobre preços e redução do poder de negociação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de capacidade de armazenagem interfere diretamente na dinâmica de comercialização. Sem estrutura própria ou acesso facilitado a silos e armazéns, muitos produtores acabam sendo obrigados a vender sua produção logo após a colheita. Esse período, historicamente, é marcado por maior oferta de grãos no mercado, o que pressiona os preços para baixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa necessidade de venda imediata reduz o poder de negociação do agricultor e limita sua capacidade de aproveitar as melhores oportunidades de mercado ao longo do tempo. Em muitos casos, o produtor deixa de capturar margens mais atrativas simplesmente por não ter onde armazenar sua produção com segurança.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entre grãos colhidos e sementes plantadas: O ponto de virada da safra</title>
		<link>https://agroinfinity.com.br/entre-graos-colhidos-e-sementes-plantadas-o-ponto-de-virada-da-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 19:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fevereiro é mais do que um mês no calendário agrícola.<br />
É o momento em que o produtor encerra um ciclo e inicia outro quase sem intervalo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro é mais do que um mês no calendário agrícola.<br>É o momento em que o produtor encerra um ciclo e inicia outro quase sem intervalo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colheitadeiras avançam sobre talhões maduros de soja, enquanto, logo atrás, o planejamento e a agilidade definem o sucesso do milho safrinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma fase decisiva, técnica, estratégica e determinante para o resultado financeiro da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Colheita da Soja: Precisão Técnica para Consolidar o Resultado da Safra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A soja no Norte do Paraná, semeada majoritariamente entre outubro e novembro, chega à maturação fisiológica entre fevereiro e março . Neste momento, cada detalhe operacional influencia diretamente a produtividade consolidada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo recomendações técnicas amplamente difundidas pela Embrapa, a colheita ideal ocorre quando os grãos apresentam teor de umidade entre 13% e 15%. Colher acima desse patamar eleva custos de secagem; colher abaixo aumenta perdas por quebra e debulha natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pontos críticos nesta fase:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Regulagem fina de cilindro, côncavo e peneiras da colhedora<br></li>



<li class="">Ajuste de velocidade para minimizar perdas na plataforma<br></li>



<li class="">Monitoramento constante de perdas no solo<br></li>



<li class="">Atenção à ocorrência de chuvas no final do ciclo, que podem provocar deterioração de grãos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Transição Estratégica: O Tempo é um Ativo no Plantio do Milho Safrinha</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No sistema predominante soja → milho safrinha do Norte do Paraná, a janela de plantio do milho 2ª safra concentra-se entre o final de janeiro e fevereiro, podendo avançar até o início de março em áreas de menor risco climático .</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a experiência técnica demonstra: quanto mais o plantio avança para março, maior o risco agronômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais impactos do atraso incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Redução do período vegetativo sob condições ideais de temperatura<br></li>



<li class="">Maior exposição ao déficit hídrico no enchimento de grãos<br></li>



<li class="">Elevação do risco de geadas precoces no inverno<br></li>



<li class="">Queda progressiva do potencial produtivo<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a agilidade na colheita da soja e a eficiência logística no plantio do milho são determinantes para manter o teto produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Implantação do Milho Safrinha: Fundamentos Técnicos que Não Podem Falhar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso do milho safrinha começa antes mesmo da semente tocar o solo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escolha do híbrido:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a região, predominam híbridos superprecoces e precoces, que permitem encurtar o ciclo e reduzir exposição aos riscos climáticos de outono e inverno. A escolha deve considerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Estabilidade produtiva em ambiente de safrinha<br></li>



<li class="">Tolerância a estresses hídricos<br></li>



<li class="">Sanidade foliar<br></li>



<li class="">Tecnologia Bt para manejo de lagartas<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>População e arranjo de plantas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em média, trabalha-se com 55 a 65 mil plantas por hectare, ajustando conforme:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Histórico hídrico da área<br></li>



<li class="">Fertilidade do solo<br></li>



<li class="">Potencial produtivo do híbrido<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Densidades muito elevadas em ambientes restritivos podem ampliar a competição por água e comprometer o enchimento de grãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fertilidade e nutrição:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O milho aproveita parte do residual da soja, mas exige planejamento nutricional específico.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Garantia de fósforo adequado para desenvolvimento radicular<br></li>



<li class="">Potássio para equilíbrio fisiológico<br></li>



<li class="">Nitrogênio em cobertura como fator-chave de produtividade<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A nutrição equilibrada é decisiva para suportar estresses comuns da safrinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Manejo Fitossanitário: Vigilância Permanente no Início do Ciclo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O milho recém-implantado entra em um ambiente com alta pressão de pragas, especialmente em anos de temperaturas elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais desafios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Cigarrinha-do-milho, vetor do complexo de enfezamentos<br></li>



<li class="">Lagarta-do-cartucho<br></li>



<li class="">Percevejo-barriga-verde em áreas recém-colhidas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Clima: O Fator que Não Controlamos, Mas Podemos Gerenciar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro no Norte do Paraná costuma apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Chuvas irregulares<br></li>



<li class="">Períodos de altas temperaturas<br></li>



<li class="">Alternância entre excesso e escassez hídrica<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos técnicos reforçam que a distribuição das chuvas ao longo do ciclo é mais determinante que o volume total acumulado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, sistemas consolidados de plantio direto, com boa cobertura de solo e estrutura física adequada, fazem diferença real na retenção de umidade e no desenvolvimento radicular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Solo bem manejado é seguro agrícola natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Momento Decisivo: Rentabilidade se Constrói Agora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A reta final da soja e o início do milho safrinha não representam apenas mudança de cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Continuidade de caixa<br></li>



<li class="">Diluição de custos fixos<br></li>



<li class="">Maximização do uso da terra<br></li>



<li class="">Construção da rentabilidade anual<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada decisão técnica neste momento ecoa no resultado final da safra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, em um período que exige velocidade, precisão e confiança técnica, o produtor não pode tomar decisões sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agro Infinity atua com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Suporte técnico especializado<br></li>



<li class="">Indicação assertiva de híbridos e insumos<br></li>



<li class="">Planejamento de manejo personalizado<br></li>



<li class="">Parceria de porteira aberta<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento estratégico do calendário agrícola regional , a Agro Infinity reafirma seu compromisso com informação técnica e suporte especializado, contribuindo para decisões mais seguras no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desejamos que a colheita consolide o esforço investido ao longo do ciclo e que as sementes encontrem condições adequadas para expressar seu potencial produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boa safrinha!</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios da colheita da soja em Fevereiro</title>
		<link>https://agroinfinity.com.br/desafios-da-colheita-da-soja-em-fevereiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 12:14:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agroinfinity.com.br/?p=2795</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que pode comprometer o rendimento no momento mais esperado da safra?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro é o mês mais aguardado por grande parte dos produtores do norte do Paraná. É quando as primeiras áreas de soja semeadas em outubro atingem a maturidade fisiológica e a colheita ganha ritmo no campo. Depois de meses de investimento em sementes, fertilidade, manejo fitossanitário e clima, é nesse momento que o potencial produtivo realmente se transforma em resultado econômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a colheita é também uma das fases mais críticas do ciclo da cultura. Pequenas falhas operacionais, condições climáticas adversas ou atrasos logísticos podem comprometer diretamente produtividade, qualidade de grão e rentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base em recomendações técnicas da Embrapa, do IDR-Paraná e no calendário agrícola regional do norte do Paraná , reunimos os principais desafios da colheita da soja em fevereiro e como o produtor pode se antecipar para reduzir perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Chuvas frequentes e alta umidade: o inimigo da qualidade</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="400" src="https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1.jpeg" alt="" class="wp-image-2798" style="width:351px;height:auto" srcset="https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1.jpeg 700w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1-300x171.jpeg 300w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-1-600x343.jpeg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="650" height="478" src="https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image.jpeg" alt="" class="wp-image-2797" style="aspect-ratio:1.3598937583001327;width:345px;height:auto" srcset="https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image.jpeg 650w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-300x221.jpeg 300w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-600x441.jpeg 600w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro ainda está dentro do período chuvoso de verão. No norte do Paraná, a distribuição de chuvas costuma ser irregular, com pancadas intensas e alta umidade relativa do ar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais impactos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Dificuldade de entrada de máquinas no talhão</li>



<li class="">Solo encharcado causando compactação</li>



<li class="">Atrasos operacionais</li>



<li class="">Grãos ardidos, manchados ou fermentados</li>



<li class="">Aumento de impurezas e desconto na comercialização</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a soja madura permanece muito tempo no campo sob chuva, ocorre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">absorção de água pelos grãos</li>



<li class="">aumento de deterioração</li>



<li class="">maior incidência de fungos</li>



<li class="">perda de peso específico</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Escalonar a semeadura para evitar concentração de colheita</li>



<li class="">Priorizar áreas mais adiantadas</li>



<li class="">Colher assim que o teor de umidade estiver entre 13% e 15%</li>



<li class="">Ajustar logística de transporte e armazenagem para evitar gargalos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Perdas na plataforma e na trilha da colheitadeira</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com uma lavoura produtiva, regulagens incorretas podem gerar perdas superiores a 1–3 sacas por hectare, o que representa grande impacto financeiro em áreas extensas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde ocorrem as perdas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Antes do corte (vagens baixas não colhidas)</li>



<li class="">Na plataforma (debulha precoce)</li>



<li class="">Na trilha (grãos quebrados ou não debulhados)</li>



<li class="">Na limpeza (grãos jogados fora junto com palha)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fatores críticos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Velocidade excessiva</li>



<li class="">Altura incorreta de corte</li>



<li class="">Rotor ou cilindro mal ajustado</li>



<li class="">Peneiras desreguladas</li>



<li class="">Umidade elevada dos grãos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Fazer testes de perdas a cada troca de talhão</li>



<li class="">Ajustar rotação do cilindro conforme umidade</li>



<li class="">Manter facas, dedos e molinetes em bom estado</li>



<li class="">Treinar operadores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Ataque tardio de pragas, especialmente percevejos</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-2799" style="width:349px;height:auto" srcset="https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-1024x576.jpeg 1024w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-300x169.jpeg 300w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-768x432.jpeg 768w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-1536x864.jpeg 1536w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2-600x338.jpeg 600w, https://agroinfinity.com.br/wp-content/uploads/2026/02/image-2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro, muitas áreas ainda estão em enchimento de grãos. Nesse período, percevejos migram de áreas já colhidas para lavouras verdes, aumentando a pressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Problemas causados:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Grãos chochos</li>



<li class="">Redução de peso</li>



<li class="">Manchas</li>



<li class="">Desvalorização comercial</li>



<li class="">Queda de produtividade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manejo recomendado:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Monitoramento com pano de batida</li>



<li class="">Nível de ação: cerca de 2 percevejos por metro</li>



<li class="">Controle rápido para evitar dano irreversível</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Negligenciar essa fase pode comprometer todo o investimento feito até aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Janela curta para implantar o milho safrinha</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No sistema produtivo do norte do Paraná, a sucessão soja → milho safrinha é decisiva para a rentabilidade anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atrasos na colheita:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">encurtam a janela de plantio do milho</li>



<li class="">aumentam risco de seca no outono</li>



<li class="">elevam exposição a geadas</li>



<li class="">reduzem potencial produtivo da segunda safra</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estratégia técnica:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Planejamento logístico prévio</li>



<li class="">Colheita por ordem de maturação</li>



<li class="">Semeadura do milho imediatamente após a retirada da soja</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tempo é produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Armazenagem e pós-colheita: onde muitos ainda perdem dinheiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após a colheita, o risco continua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção a:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Umidade acima de 13% favorece aquecimento</li>



<li class="">Impurezas aumentam fungos</li>



<li class="">Falhas de aeração comprometem qualidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recomendações:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Limpeza prévia dos grãos</li>



<li class="">Secagem adequada</li>



<li class="">Monitoramento de temperatura nos silos</li>



<li class="">Entrega rápida quando não houver estrutura própria</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Perdas na armazenagem podem anular parte do ganho obtido no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A colheita é o momento de consolidar todo o trabalho feito durante a safra. Em fevereiro, os principais riscos para a soja no norte do Paraná estão ligados a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">clima instável</li>



<li class="">perdas mecânicas</li>



<li class="">pragas tardias</li>



<li class="">atrasos operacionais</li>



<li class="">falhas no pós-colheita</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com planejamento, regulagem de máquinas, monitoramento fitossanitário e boa gestão logística, é possível transformar produtividade em lucro real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agro Infinity atua justamente nesse ponto de apoio ao produtor: orientação técnica, planejamento de safra, escolha correta de insumos e suporte no momento mais decisivo do ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colher bem é tão importante quanto plantar bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se precisar de apoio técnico para manejo, defensivos, sementes ou planejamento da safrinha, conte com a equipe da Agro Infinity. Nosso compromisso é estar ao lado do produtor, da semeadura à colheita.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://agroinfinity.com.br/desafios-da-colheita-da-soja-em-fevereiro/">Desafios da colheita da soja em Fevereiro</a> aparece primeiro em <a href="https://agroinfinity.com.br">Agro Infinity</a>.</p>
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